Apesar de ser apontada como uma esperança na recuperação total ou parcial dos movimentos do corpo, a polilaminina não é indicada para todos os pacientes com lesão medular. Especialistas alertam que o uso da substância depende do tipo e do grau da lesão apresentada.
De acordo com informações divulgadas, a polilaminina não é recomendada, por exemplo, para casos de lesões incompletas. Nessas situações, o paciente ainda preserva parte da sensibilidade ou dos movimentos, o que exige avaliação criteriosa antes de qualquer intervenção.
A repórter Flavia Cintra, que possui lesão incompleta e consegue sentir o corpo e realizar pequenos movimentos, explicou os riscos envolvidos. “Eu correria o risco de até perder os movimentos que tenho”, afirmou.
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